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09/10/2013 às 15:36:00

Museu da Imagem e do Som lança exposição audiovisual em homenagem aos 36 anos do Estado

Redação


Campo Grande (MS) – A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, através do Museu da Imagem e do Som, inaugura no dia 14 de Outubro (segunda-feira), às 19 horas, a exposição audiovisual "Mato Grosso do Sul, da Imagem e do Som II” em comemoração ao aniversário de Mato Grosso do Sul. A entrada é franca.

A exposição contará com diversos objetos do acervo do museu e terá como fio condutor cinco mostras audiovisuais e videoinstalações produzidas pelo MIS em 2011 e 2012 em parceria com diversos artistas: “Glauce Rocha”, “Patrimônio Histórico e Cultural – Nossa Identidade”, “Memória Fotográfica de Campo Grande por Roberto Higa”, “Me=morar” e “História de T. Lídia Baís”.

Enfocando aspectos diferentes da cultura sul-mato-grossense, a "Exposição Audiovisual Mato Grosso do Sul, da Imagem e do Som II” é um recorte que evidencia traços característicos do Estado, utilizando-se do suporte audiovisual para tratar de música, fotografia, dança e artes visuais, abordando assim temas que vão de história e cotidiano até identidade e a importância da arte. “Trata-se de um exposição de longa duração que prevê a utilização do audiovisual de forma cada vez mais versátil e aberta à sociedade”, explica Rodolfo Ikeda, coordenador do Museu da Imagem e do Som.

Segundo Américo Calheiros, presidente da Fundação de Cultura, Mato Grosso do Sul, da Imagem e do Som tem como objetivo principal discutir e refletir sobre nossa identidade cultural, bem como a visão que o audiovisual e a cinematografia brasileira atual têm em relação ao Estado. “Nossa identidade é fruto de um processo contínuo de avaliação, sendo que essa exposição nos oferece a oportunidade de refletir sobre como o mundo nos enxerga, e nós mesmos nos enxergamos, para discutir quem somos e qual a cultura desse Estado de criação recente”.

A mostra “Patrimônio Histórico e Cultural – Nossa Identidade” é fruto do 1º Concurso de Fotografias realizado de julho a novembro de 2012 pela Fundação de Cultura. O concurso colocou em pauta a discussão sobre o que é patrimônio, qual a importância dele para a sociedade, bem como algumas questões dessas representações na formação da memória e da identidade sul-mato-grossense.

A exposição Audiovisual “Glauce Rocha” foi elaborada com o objetivo de reavivar o importante legado da atriz e incentivar a população a refletir sobre a função da arte e do artista perante a sociedade. Conta com livros, discos, fotos, objetos pessoais, imagens de arquivo, filmes e exposições audiovisuais apresentam um pouco de sua vida e sua participação em 27 filmes, 64 produções televisivas e cerca de 40 peças teatrais, sendo agraciada com vários prêmios, entre eles 2 Molières (maiores prêmios de teatro da época). Aclamada pelo público e pela crítica, deixou um forte exemplo de coragem e de luta pela democracia ao protestar contra a censura no período pós-Estado Novo e durante a Ditadura Militar.

"Memória Fotográfica de Campo Grande por Roberto Higa" é uma exposição alusiva ao Dia Internacional da Fotografia (19 de Agosto). Foi realizada em comemoração aos 112 anos da cidade de Campo Grande e tem trilha sonora do Grupo Agemaduomi. Tendo como base as imagens de Roberto Higa, enfoca aspectos diversos como arte, cultura, cotidiano, política e personalidades. Desde a criação do Estado Higa tem fotografado e registrado fatos diversos, compondo assim parte importante de nossa memória, com mais de 35 anos dedicados ao registro desta arte.

Realizada em parceria com Coletivo Vaca Azul e o Núcleo de Dança da Fundação de CUltura, a videoinstalação “Me=morar” é uma produção em dança por meio do audiovisual criada entre corpos, memória e sentidos. Composta originalmente por doze telas diferentes que exibiam cenas autônomas do espetáculo homônimo, proporciona ao expectador o transitar pelO espetáculo original produzido pelo Coletivo Corpomancia e encenado primeiramente nos cômodos de uma casa abandonada da antiga Rede Ferroviária da capital sul-mato-grossense, cenário perfeito para sua produção. O resultado da fusão entre tecnologia, pesquisa e dança instiga os visitantes a refletir sobre emoções como tristeza, solidão, desamparo, abandono, entre outros temas.

O Filme / Videoinstalação “História de T. Lídia Baís”, dirigido e produzido por Helton Perez e Rodolfo Ikeda com apoio da Fundação de Cultura e do Museu Lídia Baís, foi totalmente baseado na vida e na obra da artista. Expõe ainda fotos, livros, instrumentos musicais e outras obras e objetos feitos por Lídia ou que lhe pertenceram. Com locução de Adelaide Barbosa Martins, sobrinha neta de Lídia, o filme / vídeoinstalação ressalta a consciência que a artista tinha sobre a importância da arte na construção de nossa sociedade.

O Museu da Imagem e do Som tem por finalidade preservar os registros que compõem a memória audiovisual sul-mato-grossense, efetuando a salvaguarda dos bens culturais que formam a identidade cultural do Estado. O acervo do museu, formado a partir de doações particulares e institucionais, é composto por um rico material que contempla categorias como fotografia, vinil, CD, VHS, DVD, película, livro, catálogo e objeto.

Desde sua criação vem desenvolvendo ações museológicas no sentido de contribuir com a formação e a difusão de conhecimento e da cultura no Estado, oferecendo à comunidade uma programação diversificada que compreende palestras, oficinas, cursos, seminários, mostras de cinema e exposições.

Serviço: O lançamento da ExposiçãoMato Grosso do Sul, da Imagem e do Som II acontece dia 14 de outubro, às 19 horas, no Museu da Imagem e do Som, que fica na Avenida Fernando Correa da Costa, 559, Memorial da Cultura, 3º andar. Outras informações pelo telefone (67) 3316-9178 ou pelo e-mail mis@fcms.ms.gov.br. A entrada é gratuita.

Assessoria
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